Quaternaire Portugal

COMUNICADO DA QUATERNAIRE PORTUGAL

COMUNICADO DA QUATERNAIRE PORTUGAL

O jornal Público publicou, na sua edição de hoje, 6 de novembro de 2017, uma notícia relativa a um consultor do quadro permanente da Quaternaire Portugal, SA (QP), Dr. Paulo Feliciano, que se encontra presentemente em situação de licença sem vencimento e a exercer funções de vice-presidente do IEFP. A notícia versa a experiência de trabalho da QP no âmbito do chamado SANQ – Sistema de Antecipação de Necessidades de Qualificações, contendo, a partir de elementos factuais, diversas imprecisões e, sobretudo, insinuações sem fundamento.

Queremos, portanto, rejeitar todas as insinuações dolosas veiculadas pela notícia, assim como prestar os seguintes esclarecimentos:

  1. O Dr. Paulo Feliciano integrou os quadros da empresa desde 1999, tendo exercido funções de consultor e posteriormente de coordenador em exclusividade nos seguintes períodos: (i) de julho de 1999 a março de 2001; (ii) de abril de 2002 a junho de 2005; (iii) de junho de 2011 a janeiro de 2016.
  2. Sempre foi política da empresa não colocar obstáculos aos pedidos de requisição para o exercício de funções públicas por parte dos seus consultores do quadro permanente, assumindo os custos inevitáveis de preservação de conflitos de interesses;
  3. A QP é uma empresa de consultoria fundada em 1990, atualmente com cerca de 17 trabalhadores, que presta serviços em domínios diversificados, como o planeamento estratégico, a avaliação de programas e políticas, o ordenamento do território, a cultura, as políticas urbanas e o emprego, competências e formação profissional. Como é evidente, e como sucede com a generalidade das empresas deste tipo, uma parte substancial - de facto, a maior parte - da sua atividade dirige-se ao setor público (aos níveis nacional, regional e local).
  4. Quando se refere que, desde 2009, a empresa "celebrou com o Estado contratos que superam os oito milhões de euros", e os jornalistas se permitem insinuar uma relação entre este valor e a situação que reportam, no âmbito dos referidos SANQ, estão a prestar um mau serviço ao Estado, ao Jornalismo e à Sociedade portuguesa, provocando danos graves na imagem da empresa. No volume de negócios global da Quaternaire Portugal, os contratos em causa (com mais de uma dezena de entidades públicas) representam apenas cerca de 4% ao longo dos últimos 7 anos (2011-2017).

Queremos também lamentar que o Público não tenha tentado entrar em contacto com a QP, num exercício de rigor e de elementar exercício da regra do contraditório, pois evitaria a propagação de interpretações erradas para os leitores.

Nestes termos, e considerando que a notícia do Público com as suas insinuações e imprecisões prejudicou o bom nome da empresa, informamos que nos reservamos o direito de poder acionar os meios legais para repor os danos provocados por este inequívoco abuso à Lei da Imprensa.

6 de novembro de 2017

A Administração da Quaternaire Portugal