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Estudo de Avaliação Global da Implementação do QREN 2007-2013
Com base numa metodologia onde se destacam a utilização pioneira em Portugal do conceito de teoria da programação e a mobilização de um vasto conjunto de métodos e processos de recolha de informação (entrevistas a stakeholders do QREN, painéis de discussão, estudos de caso, inquéritos a promotores de operações, análise documental e tratamento de informação fornecida pelo Observatório do QREN), o estudo responde a um conjunto de questões transversais de avaliação e a um vasto conjunto de questões específicas por prioridade operacional temática. Com base na aplicação da teoria da programação, a avaliação identifica factores críticos e relaciona-os com as questões do modelo de governação. O trabalho definiu, no seio da vasta panóplia de questões de avaliação, um conjunto de dimensões estratégicas que se revelaram cruciais para elaborar as conclusões relativamente: à Agenda da Competitividade (Contributo do QREN para a alteração do perfil de especialização da economia portuguesa; e contributo do QREN para o alargamento da base territorial da competitividade da economia portuguesa); à Agenda do Potencial Humano (Contributo do QREN para uma modernização inclusiva baseada numa população qualificada, envolvendo vários aspectos da intervenção pública que incluem a dinamização da oferta formativa, a qualidade da mesma, bem como a evolução da procura de qualificações que são geradas por essa oferta); à Agenda da Valorização do Território (Articulação entre objectivos, instrumentos e entidades responsáveis pela implementação do QREN em termos territoriais; e Grau de integração e transversalidade da Política de Cidades). Um significativo conjunto de recomendações (estratégicas, operacionais, condições de políticas públicas e implicações em termo de reprogramação) fecha o relatório que se inicia com um sumário executivo.
+Avaliação da Operacionalização do POR Lisboa no contexto da estratégia do QREN
O estudo de avaliação desenvolve um quadro metodológico que, apoiado na formulação da teoria da programação do Programa Operacional Regional de Lisboa (POR Lisboa), mobiliza um conjunto diversificado de métodos e processos de recolha de informação (entrevistas, painéis de discussão, estudos de caso, inquérito a promotores de operações, análise documental e do sistema de informação) no sentido de adaptar o processo de avaliação ao regime de competitividade e emprego em que a região de Lisboa está inserido para efeito de aplicação de Fundos Estruturais. O vasto conjunto de questões de avaliação que são colocadas em sede de caderno de encargos é objecto de uma sistematização em termos de agrupamento de questões, tendo em vista a produção de resultados e conclusões que identifiquem as principais questões de operacionalização enfrentadas pelo POR. A análise da evolução das condições de contexto da programação merece especial destaque, tendo em conta sobretudo a qualidade dos referenciais estratégicos que precederam a elaboração do POR e a sua articulação com a Estratégia Regional Lisboa 2020.
+Estudo de Avaliação da Operacionalização do Programa Rumos
O trabalho de avaliação procura responder às seguintes questões centrais: i) Avaliar se as candidaturas apresentadas e aprovadas correspondem ao perfil esperado; ii) Analisar o modo como se estão a operacionalizar os conceitos-chave (inovação, qualificação, empregabilidade, empreendedorismo e inclusão social); iii) Avaliar se os critérios de selecção aprovados estão a ser os mais adequados face aos objectivos e metas definidos. Com base na formulação de uma teoria geral da programação do Proemprego, o estudo de avaliação identifica duas componentes de programação diferenciadas: i) consolidar e qualificar domínios de formação que correspondam a uma acumulação de experiência de períodos de programação anteriores; ii) introduzir comportamentos de inovação nas estratégias de formação e de intervenção social, despertando a oferta para novos domínios compatíveis com os novos desafios de competitividade que se abrem à Região. Conclui-se que a resposta à primeira componente tem sido baseada no incremento da qualidade da formação e das intervenções em geral e que a segunda suscita problemas de geração de procura com maturação mais lenta. Um conjunto de conclusões sistematiza os resultados da avaliação e são formuladas recomendações específicas para suportarem uma segunda fase de implementação do PO.
+Estudo de Avaliação da Operacionalização do PROEMPREGO
O trabalho de avaliação procura responder às seguintes questões centrais: i) Avaliar se as candidaturas apresentadas e aprovadas correspondem ao perfil esperado; ii) Analisar o modo como se estão a operacionalizar os conceitos-chave (inovação, qualificação, empregabilidade, empreendedorismo e inclusão social); iii) Avaliar se os critérios de selecção aprovados estão a ser os mais adequados face aos objectivos e metas definidos. Com base na formulação de uma teoria geral da programação do Proemprego, o estudo de avaliação identifica duas componentes de programação diferenciadas: i) consolidar e qualificar domínios de formação que correspondam a uma acumulação de experiência de períodos de programação anteriores; ii) introduzir comportamentos de inovação nas estratégias de formação e de intervenção social, despertando a oferta para novos domínios compatíveis com os novos desafios de competitividade que se abrem à Região. Conclui-se que a resposta à primeira componente tem sido baseada no incremento da qualidade da formação e das intervenções em geral e que a segunda suscita problemas de geração de procura com maturação mais lenta. Um conjunto de conclusões sistematiza os resultados da avaliação e são formuladas recomendações específicas para suportarem uma segunda fase de implementação do PO.
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